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'Planeta dos Macacos: A Guerra', o filme que usa da tecnologia ao seu favor e o drama sobrevive


Se prepara pra se emocionar, porque olha…

Planeta dos Macacos, a trilogia teve o seu final, em Planeta dos Macacos: A Guerra, chegou com o que faltava para concluir a história do filme de 1968 – que é baseado no livro do francês Pierre Boulle. No terceiro filme, temos o momento mais pessoal de César, que nitidamente está cansado de proteger seu banco e não conseguindo lidar mais com as responsabilidades, além de viver com medo e refém de um grande combate – o filme já se inicia assim.

Obrigado a tecnologia que fez a captura de performance e a computação gráfica, que trouxe Andy Serkis no olhar de César. Sim, você consegue ver o ator e ao mesmo tempo, ver o macaco César tomando atitudes, atirando e até mesmo sofrendo (muito mais do que imaginávamos!). O seu relacionamento familiar, as responsabilidades de guiar seu povo e vencer uma guerra que não queria mais, porém ainda estava de pé por conta de diversos fatos do passado, rege o filme inteiro.


Durante o todo o filme, vamos conhecemos alguns dos macacos que já foram nos apresentados, mas ao mesmo tempo, conhecemos novos personagens como o ‘Macaco Mau’, um macaco que fugiu do zoológico e vive se escondendo na montanha, se alimentando de comida que conseguiu trazer e por conta da ingenuidade, comanda a parte cômica da Planeta dos Macacos: A Guerra. Já por sua vez, o Coronel, ganha destaque por não ser apenas um vilão e pelo seu fim, tanto quanto trágico e inimaginável.

Os encontros de César com o Coronel, inicialmente é apenas mais um ataque, porém aos poucos nos fazem pensar melhor na natureza humana, em como nós determinamos a “humanidade” e como é a nossa busca pela sobrevivência. Tudo isso, embalados pela trilha de Michael Giacchino, que dirigiu toda trilha sonora e faz com que sentimos cada vez mais o filme.


O ritmo é construído de duas maneiras: esconderijos e conflitos. O tempo todo, vemos César e seus amigos – que entraram na ‘aventura’, correndo contra o tempo e se escondendo, até encontramos de vez o Coronel, onde os conflitos iniciam.

Por fim, Planeta dos Macacos: A Guerra é uma grande experiência cinematográfica, que mostra a técnica e uso da tecnologia a favor e alcance do drama. É o retorno, o fim e podemos dizer um novo começo. A história de César não vai acaba quando os créditos sobem.

Macacos. Fortes. Unidos.

ps: não assista este filme, se estiver com algum problema familiar ou até mesmo briga com aquela pessoa que você sente muito, pois o filho de César, te fará chorar e muito (não é brincadeira!)

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