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Festival Circadélica levou sete mil pessoas de todo o Brasil para celebrar a música nacional

Ele voltou com tudo e mostrou como se faz!

O Festival Circadélica 2017 chegou, abriu suas portas, fez o publico respirar música e saindo de fininho, já deixou saudade. Reunindo mais de sete mil pessoas que passaram pelos cinco dias de evento (20 a 24 de julho), de todo o Brasil, trouxe 45 bandas nacionais; pela arena, artistas circenses, grafiteis fazendo live painting, gastronomia local – que ia desde opções vegetarianas até o churrasco, fortaleceu o comércio local e mostrou como se estrutura um festival.

Liniker entrou no palco cantando "Tua" (Foto: Circadélica / Luisa Annunciato)
Após 16 anos, a segunda edição do festival que teve a abertura no dia 20 de julho, começou levando o público a casa de shows Asteroid Entretenimento, onde tiveram um encontro pessoal e muito próximo com Mahmundi (conheça a cantora aqui!) e assim foi, entre bandas de outras cidades e as bandas sorocabanas, o público marcou presença. Já na Arena Circadélica – onde aconteceram a maioria do shows –  tivemos bandas como Francisco, El Hombre, Supercombo, Scalene, Boogarins, Dead Fish, Far From Alaska, Rimas e Melodias, Liniker e os Caramelows, além de vários artistas locais, como Paula Cavalciuk, Wry e Valveline, que agitaram o público, mostrando o poder do cenário musical alternativo. “Acho muito bacana fazer um festival com um monte de banda independente, onde cada uma pode vir e colocar o seu trabalho aqui nesse espaço maravilhoso. Está sendo muito emocionante e muito bonito”, elogiou Liniker a produção do Festival Circadélica.

Franciso, el hombre tocou no palco 1 no segundo dia de festival (Foto: Circadélica / Giovanna Lamos)
O que inicialmente era um mistério, ganhou diversos elogios a organização. “É muito legal você chegar num festival e saber que você vai entrar sem perrengue, sem briga e que os shows vão começar no horário”, contou a estudante de Direito, Camila Hamin. “O sistema do bar, as piruetas, os atendentes e até mesmo os caras dos drinks da TNT, todo mundo entrou na vibe do ‘Circa’ e olha, eu não quero que acabe!”, desabafou Juli Fernam, estudante de bioquímica.

“Eu posso falar palavrão? Porque apenas um ‘palavrão do bem’, resume o que eu to vivendo nesses dias, fiz loucura, não conhecia Sorocaba e vim tudo pra encontrar um festival que fosse barato e valorizasse a música brasileira e ‘mano do céu’, o que é o Circadélica?”, resumiu Brandon Fernandes, carioca, que viajou sete horas para participar do festival. “Ah, eu não tenho palavras que resume o meu encontro com Plutão Já Foi Planeta, eles vieram, me abraçaram e conversamos, nem nos sonhos que eu conseguiria fazer isso em um festival no Rio de Janeiro”, finalizou.

O cenário da música independente estavam no Festival Circadélica e aos poucos participações especiais, surpresas no meio dos shows ia surgindo. “Fica complicado, um festival tão cheio de amor, com amigos, é essa loucura. Esse entra e sai do palco, a gente tá lá toda hora cantando e participando e isso é maravilhoso, é lindo!”, brincou Tássia Reis, integrante da banda R&B, ‘Rimas & Melodias’.

Polliana Aleixo e Alana Sá, marcando presença nos cinco dias de Festival Circadélica (Foto: Circadélica / Julio Salvo)
Entre bandas e o público de todo o Brasil, a carioca Polliana Aleixo, atriz global que já atuou nas novelas Tempos Modernos, Em Família, Cheias de Charme, entre outras. “Eu particularmente gosto dessa cena alternativa, eu gosto muito de ouvir músicas brasileiras e ir à shows de artistas nacionais. Vejo que os festivais nacionais estão crescendo e dando oportunidade para quem não está no eixo tido como comercial”, destacou a atriz. “Aqui estou vendo a essência dos festivais, das pessoas chegando cedo para prestigiar todas as atrações. Os shows estão muito bons, me impactei e me emocionei com vários deles”, completou.

Banda WRY tocando no palco 2 na Arena Circadélica (Foto: Circadélica / Julio Salvo)
A banda WRY foi a idealizadora do projeto há 16 anos, e esteve novamente à frente do Circadélica. Para Mario Bross, um dos integrantes e organizadores, a ideia é que o evento seja anual. 

Queremos que funcione como um fio condutor de uma experiência artística abrangente, que seja a celebração de um estilo de vida e uma fomentação constante de música e cultura em nossa região

Dividem a organização com Mario, o William Leonotti (músico e produtor cultural), Tiago Oliveira (empreendedor digital), João Antunes (produtor musical e sócio-proprietário do Asteroid), Luciano Marcello (músico e também sócio-proprietário do Asteroid) e Rogério Garcia (artista plástico, diretor de arte e publicitário).

Até 2018, Circadélica?


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