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Critica: Cinquenta Tons Mais Escuros


O cinema voltou a ter aos suspiros e até mesmo gritos histéricos (obrigado moça do nosso lado!) e tudo isso, graças ao “Cinquenta Tons Mais Escuros”. O segundo filme da trilogia, que estava sendo esperado por muitos leitores que ainda acreditavam em uma mudança na produção cinematográfica, após o Cinquenta Tons de Cinza (2015) ser extremamente criticado por questões de roteiro, atuações e até mesmo a direção, chegou com uma nova pegada e surpreende.

Em Cinquenta Tons Mais Escuros, encontramos Anastasia Steel separada de Grey após perceber que ela não gostaria de seguir as regras e até mesmo por questões de medo, mas aos poucos tudo vai mudando e para a nossa surpresa, o jogo vira (realmente!) e é possível ver a necessidade de um estar próximo com o outro, finalmente, como um “casal normal”. Ao contrário da primeira produção, o filme demora um pouco para engatar, nós vemos alguns dos encontros e quando entramos no caminho do roteiro, tudo começa a se desenvolver na medida certa, com aquela química – tanto dos personagens como do próprio elenco.

Dakota Johnson e Jamie Dorman estão confortáveis com os seus personagens, é possível ver a liberdade que um tem com outro, ainda mais nas cenas mais quentes (que olha, estamos até agora chocado com alguns momentos!), existem algumas falhas nas questões de direção e roteiro? Claro que existe, o público consegue sentir os cortes que geralmente são duros e até mesmo alguns continuidade de cenas falhas e um roteiro que ainda não chegou a perfeição, possuindo momentos que são (sim, eles são e muito) desnecessários.

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Ao contrário do desejo de muitos (de ver as cenas quentes) o filme nos leva a conhecer os personagens mais a fundo, dando o foco na vida profissional de cada um dos personagens, Ana evolui em sua carreira enquanto Grey mostra um lado diferente dele, falando em lado diferente, é neste filme que encontramos os extremos de Christian – aquele moço apaixonado e a volta do dominador, porém isso tem muitas mudanças, muitas mesmo. E não podemos deixar de comentar, que a narrativa nos leva para a sua continua (Cinquenta Tons de Liberdade, que sairá em fevereiro de 2018), destacando aqui os momentos cômicos que o roteiro nos mostra, com brincadeiras em situações que você menos espera e aos contrário do que muitos acreditam, isso não quebra as cenas.

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E vocês se lembram da história de Grey né? Pois bem, em Cinquenta Tons Mais Escuros nós vamos mais a fundo dela, e temos os reais motivos e fique ligado na cena onde Anastasia encontra a Elen Lincoln (em todas elas! Ah, podemos chamar ela de Nazaré?) e claro, em Jack Hyde, o chefe de Ana que são passos importantes para o futuro da trama.

Por fim, os fãs da história de amor (sim, podemos chamar assim) de Ana com Grey, vão aprovar, aplaudir e claro, se surpreender e muito com o novo estilo que James Foley – novo diretor, que chegou mostrando o porque foi o convidado a ocupar a cadeira –  construiu e mostrou como se faz um Cinquenta Tons.

Ps: fique até o final, espere todo mundo sair e se surpreenda com algumas cenas após os créditos, talvez temos um vestido.. cof cof  cof.

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